Pedro Kupfer responsabilizado criminalmente por difamação
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É com pesar que me sinto obrigado a reproduzir o comentário do meu Mestre, Shrí DeRose, acerca de Pedro Kupfer.
Comunico aos nossos estimados amigos e desamigos que fui obrigado a processar criminalmente um instrutor de Yóga, Pedro Kupfer, que foi responsável pela divulgação de difamação contra mim pela imprensa. Processei e ganhei.
Fico profundamente entristecido que coisas como essa ocorram no seio de uma filosofia que se diz elevada, espiritual, na qual se repetem estribilhos de piedade, de tolerância e de amor. Esse senhor já vinha me atacando pela imprensa e fora dela há mais de dez anos. Acho que ele interpretava como fraqueza a minha postura fidalga de não responder no mesmo tom. Isso, certamente, o encorajou a dizer o que bem entendeu.
Tenho um exército de advogados de várias especialidades e o meu criminalista disse um basta.
Sinto muito pesar porque eu nunca ataquei aquele cidadão, nunca tive nada contra ele e ainda guardo boas recordações de quando nos conhecíamos. Nunca entendi o motivo pelo qual, de uma hora para outra, ele se voltou tão virulentamente contra mim e nem consigo compreender como esse ódio pode durar tantos anos.
Também é muito difícil compreender que alguém que se intitula instrutor de Yóga sinta ódio. Ainda que em algum momento eu o tenha desagradado involuntariamente, onde está a capacidade de perdoar e esquecer que a Yóga tanto ensina?
Quando uma coisa dessas acontece, todos nós praticantes, alunos e instrutores ficamos constrangidos. Isso macula o nome da Yóga e o do Yôga. Quando um profissional de qualquer área atira lama em outro, salpica sujeira em todos os demais, inclusive em si próprio, perante a imprensa e a opinião pública.
Já anteriormente, vários outros agressores foram instados a prestar depoimentos em delegacias policiais por haver dito o que não deviam, pensando que poderiam se escudar na imaginária impunidade baseada no suposto anonimato da internet. Mas não é bem assim. Com a ajuda de alguns especialistas conseguimos rastrear e localizar vários divulgadores de calúnias. O que me deixa mais perplexo é que a maior parte declarou que nunca falou comigo, não me conhecia e nunca havia lido nada que eu houvesse escrito! Eram pessoas ingênuas, manipuladas por gente mal-intencionada. Odiavam-me gratuitamente, só porque praticavam outra modalidade e lá haviam escutado maledicências. É mesmo uma vergonha para todos os adeptos de qualquer vertente da Yóga e do Yôga.
Nenhum praticante, aluno ou instrutor pode furtar-se a uma profunda decepção com seus mentores ao ser obrigado a defrontar-se com uma indignidade dessas.
Para dirimir qualquer dúvida, aqui está o número do processo: 1a. Vara Criminal de Pinheiros Processo 011.09.000424-9 controle 316/09.
DeRose
SwáSthya
João Camacho
Sou irmão de dragões e companheiro de corujas.

